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Fiocruz identifica variante do coronavírus em mais cinco estados, incluindo Pernambuco

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Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) já encontraram a variante P.1 do novo coronavírus (Covid-19), descrita pela primeira vez no Amazonas, em mais cinco estados: Pará, Paraíba, Roraima, Santa Catarina e São Paulo, segundo nota divulgada hoje pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC). Casos provocados pela nova variante P.1 também já foram confirmados pelas secretarias estaduais de Saúde da Bahia, do Ceará e de Pernambuco.

Até o momento, não há dados que relacionem essa variante a quadros mais graves da covid-19, porém as mutações identificadas nela são semelhantes às das variantes encontradas no Reino Unido e na África do Sul, e têm potencial de facilitar a transmissão. Em todo o país, especialistas da Rede Genômica Fiocruz integram um esforço que já sequenciou quase 3,6 mil amostras coletadas no Brasil, sendo 1.035 em São Paulo, 726 no Rio de Janeiro, 340 no Amazonas, 306 Rio Grande do Sul, 167 na Paraíba, 150 em Pernambuco e as demais em outros estados.

Um balanço desse trabalho aponta que mais de 60 linhagens do vírus já foram encontradas no país, porém predominam a B.1.1.33 e a B.1.1.28, que circulam no Brasil desde março. O surgimento de linhagens diversas é um processo comum nos vírus, e, na maior parte dos casos, as mudanças implicam pequenas diferenças no material genético.

Foi a B.1.1.28 que, após mutações, deu origem à variante P.1, encontrada no Amazonas, e à P.2, descrita pela primeira vez no Rio de Janeiro. Ambas são consideradas “variantes de preocupação” e apresentam modificações na proteína spike, estrutura do vírus que se conecta às células humanas. No caso da P.1, há três mutações relacionadas à proteína (K417N, E484K e N501Y), e, na P.2, uma mutação (E484K).

No Amazonas, a variante P.1 foi apontada como a causadora de 91% dos casos da Covid-19 que tiveram seu material genético sequenciado em janeiro. A variante se tornou a dominante no estado, tomando o lugar da B.1.1.28. Entre os objetivos dos pesquisadores estão entender a dispersão das linhagens do coronavírus no território nacional e identificar se as mutações recém descritas podem afetar a resposta induzida pelas vacinas.

Temendo riscos da covid-19, bolsistas da UFPE questionam retorno de atividades presenciais

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Em meio à pandemia e à remodelagem dos métodos de trabalho remoto ou home office, algumas categorias ainda sim temem os riscos de contaminação da covid-19. Em contato com este Blog, alguns bolsistas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), por exemplo, cobram um esclarecimento da instituição acerca da exigência para que eles retornem às atividades presenciais.

Segundo os bolsistas, muitos estariam sendo obrigados a retornarem às atividades presenciais sob risco de perder a bolsa.  “Recentemente, fomos surpreendidos com o relato de alguns colegas bolsistas que estão sendo obrigados a retornar ao trabalho presencial em seus setores, muitas vezes com retaliação e risco de serem desligados da bolsa” disse um dos bolsistas. O Blog reserva espaço caso a UFPE deseje se pronunciar sobre a situação.

Fonte: Blog Carlos Brito

Novo auxílio pode começar em março e durar até quatro meses

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Novo auxílio pode começar em março e durar até quatro meses – O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (11) que o novo auxílio emergencial para os trabalhadores informais pode começar a ser pago em março e deve durar entre três e quatro meses. Segundo ele, o valor não está definido e o início dos repasses está em negociação com o Congresso Nacional, que precisa aprovar um projeto de lei instituindo novamente a medida.

“Tá quase certo, né? Não sabemos o valor. Com toda a certeza, pode não ser, né?, a partir de março, [por] três, quatro meses, [é o] que está sendo acertado com o Executivo e com o Parlamento também”, afirmou em uma rápida entrevista à imprensa concedida após um evento em Alcântara (MA), para entrega de títulos de terra.

O novo auxílio emergencial substituirá o auxílio pago ao longo ano passado, como forma de conter os efeitos da pandemia de covid-19 sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais. Inicialmente, o auxílio emergencial contou com parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil (no caso das mães chefes de família), por mês, a cada beneficiário. Projetado para durar três meses, o auxílio foi estendido para o total de cinco parcelas e, em setembro de 2020, foi liberado o Auxílio Emergencial Extensão de R$ 300 (R$ 600 para as mães chefes de família), com o máximo de quatro parcelas mensais. O último pagamento do benefício ocorreu no final de janeiro. Cerca de 67 milhões de pessoas foram contempladas com o programa.

Ainda na entrevista, Bolsonaro falou que é preciso ter responsabilidade fiscal e defendeu a normalização do comércio. “Agora, não basta apenas conceder mais um período de auxílio emergencial. O comércio tem que voltar a funcionar, tem que acabar com essa história de fecha tudo. Devemos cuidar dos mais idosos e de quem tem comorbidades. O resto tem que trabalhar. Caso contrário, se nós nos endividarmos muito, o Brasil pode perder crédito, né?, e daí a inflação vem, a dívida já está em R$ 5 trilhões, e daí vem o caos. E ninguém quer isso aí”.

Centro de lançamento

Bolsonaro afirmou também que os acordos assinados com o governo dos Estados Unidos, ainda na gestão de Donald Trump, serão mantidos pela atual administração de Joe Biden, incluindo o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas para uso comercial da Base de Alcântara. A medida foi oficializada em 2019 e permite o lançamento de foguetes em solo brasileiro com tecnologia norte-americana.

“O povo americano é realmente voltado para os interesses de sua nação. Muda governo, pouca coisa muda. Acredito que todos os acordos que assinamos com o governo Trump serão mantidos no governo Biden. Porque, afinal de contas, todos nós ganhamos, não só os americanos, mas o Brasil também. Ficamos 20 anos aguardando o momento para botar para frente o centro de lançamento de Alcântara. Foi feito em 2019 com a assinatura e depois com acordo da Câmara e agora estamos com uma realidade aqui. Isso nos coloca no seleto grupo dos lançadores de satélite.”

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I9 Treinamentos

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Casa de apoio de Bodocó para tratamento de saúde no Recife vira pensão de aglomeração e é rejeitada por pacientes

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Pacientes que fazem tratamento no Recife contra doenças de todos os tipos, se revoltam com a “inovação” implantada que trata o povo com desrespeito, falta de cuidado com a vida e desumanidade.

Enquanto o prefeito Dr. Otávio Pedrosa baixa decreto municipal proibindo aglomeração com mais de 10 pessoas, na casa de apoio no Recife, onde os risco são maiores ainda, o prefeito age ao contrário. Os quartos ultrapassam a lotação. a falta de privacidade para os filhos de Bodocó é um dos grandes problemas encontrados. A casa de apoio que antes era tratada com destaque, pela humanização e acolhimento ao povo de Bodocó, hoje, a inovação bateu de forma diferente e surpreendeu a quem precisa desse acolhimento nos momentos mais difíceis da vida.

A pensão da inovação é uma casa para sete municípios: Orocó
Bodocó, Santa Filomena, Ouricuri, Calumbi e Tacaratu. Os quartos aglomerados, alguns sem janelas preocupa quem precisa desse apoio. A água para beber é de poço e sem tratamento, que até para tomar banho, está provocando coceira nos pacientes. Um dos pacientes presenciou o abastecimento da água oriunda de poço artesiano. Mas, as irregularidades, e porque não dizer, atrocidades, não param por ai, outros problemas como a alimentação, também é criticado por todos. As pessoas alegam, que não aguentam mais comer sopa. Àqueles que levam um dinheirinho a mais, se quiserem algo melhorzinho precisam sair para comer pelo menos uma tapioca, relata um deles. O cafezinho que antes era a vontade, hoje, quem quiser tem que chegar bem cedinho ou ficar de olho no café da tarde, pois as duas ou três garrafas que são feitas para dezenas de pessoas, na maioria das vezes não supre a demanda. A nova administração da casa não permite que os pacientes façam o seu café, como ocorria na gestão passada do prefeito túlio Alves.

A revolta é geral entre os munícipes bodocoenses que se sentem desrespeitados no momento em que mais precisam dos serviços da saúde. Alguns quartos cheiram mal por serem abafados e com muita gente. “ Não há condição de permanecer aqui e não foi para isso que um médico foi eleito prefeito” diz um dos pacientes que não quer ser citado por medo de retaliação. “Eu preciso vir sempre para cá, mas dessa forma vou contrair mais doenças” diz o senhor revoltado com lágrimas nos olhos.

Nos discursos de palanque e em vídeos nas redes sociais, o partido que ganhou as eleições em Bodocó prometia INOVAÇÂO, principalmente na saúde. O atual prefeito, Otávio Pedrosa que conceituou a saúde do município como “saúde pão com ovo”, agora precisa mostrar a saúde CAVIAR que inicia de forma cruel aos filhos bodocoenses que exigem uma casa de apoio no modelo da casa da gestão do ex-prefeito Túlio Alves. O povo de Bodocó aguarda providências!

Em entrevista modesta, prefeito de Bodocó não apresenta projeto de governo e fala sobre situações corriqueiras da administração

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O novo prefeito de Bodocó que tomou posse há 26 dias, Dr. Otávio Pedrosa, em entrevista à rádio liberal não correspondeu às expectativas esperada pelos munícipes bodocoenses. O prefeito, em entrevista não falou dos projetos da nova gestão, e se absteve, apenas, em comentar sobre as obras em andamento e reforma da previdência que atingiu diretamente o Funprebo. (Fundo de Previdência de Bodocó).

Em pauta, na entrevista, tanto o prefeito como os dois secretários presentes, tentaram externar que o desconto de 14% na folha dos aposentados era presente herdado da gestão anterior, onde todos são conscientes de que os reajustes dos valores de aplicação das alíquotas da contribuição previdenciária é com base na Lei complementar federal 103/2019. A surpresa que ocorreu, apenas agora, no município de Bodocó, é que o Funprebo, até então, não havia ainda implantado o desconto na folha dos inativos, o qual deve ocorrer esse mês. O Funbrepo é um Fundo com gerência própria e não é a prefeitura que trata diretamente da folha dos inativos.

A Lei N. 1.571-2020 foi encaminhada para a Câmara Municipal de Bodocó em junho de 2020 em face da Emenda Constitucional 103/2019.  O desconto na folha dos servidores da ativa ocorreu em Julho de 2020.

Desta forma, o Sinteb (Sindicato dos trabalhadores da educação), mais uma vez comprova a sua ineficiência e tenta polemizar de forma politiqueira o que de fato não passa de uma obrigação municipal em regulamentar uma lei federal. Entenda mais sobre isso, no link abaixo: https://www.cnm.org.br/comunicacao/noticias/reajustados-os-valores-de-aplicacao-das-aliquotas-da-contribuicao-previdenciaria

Ainda em entrevista, Dr. Otávio falou sobre o “cemitério de obras” deixadas pela gestão anterior. O Termo usado pelo novo gestor deve ser respondido em breve, já que as inúmeras obras deixadas ainda em fase de acabamento estão todas habilitadas à sua continuidade, diferente do cemitério deixado em 2016 que não há mais nenhum tipo de renegociação para a finalização, como é o caso do complexo industrial do leite.

Acompanhando a entrevista pelo Instagram do Sr. Prefeito, Dr. Otávio, foi possível ouvir o entrevistador perguntar se “o ex-prefeito havia deixado dinheiro em conta”, a pergunta do radialista não foi respondida nem tampouco dado sequência, mas o povo de Bodocó quer saber.

Bodocó, foi um dos poucos municípios que mais atraiu investimentos em obras no estado de Pernambuco. Foram mais de 20 milhões aplicados na cidade e na zona rural e que o ex- prefeito deve esclarecer em breve, sobre sua gestão, ou mesmo, o ex-secretário de Infraestrutura, Brivaldo Alves.

Foi perguntado também sobre o Garantia Safra que muitos dos agricultores ainda não receberam o boleto para pagamento. O prefeito respondeu que já haviam entregue mais de 80% dos boletos. O prazo para pagamento se encerra dia 30/01.

BODOCÓ NÃO VAI RECEBER GARANTIA SAFRA

O Programa Garantia Safra, referente a SAFRA 2020 não vai beneficiar os agricultores de Bodocó. O ex-prefeito Túlio Alves deixou tudo pago e regulamentado, no entanto, os agricultores serão prejudicados, caso o prefeito e o secretário não corram atrás de tentar justificar e comprovar que a safra de Bodocó merece reconhecimento de perda. O mesmo problema ocorreu em 2020, mas foi sanado pelo ex- prefeito Túlio Alves e a ex-Secretária de Agricultura, Lusimar Lima que não mediu esforços junto ao deputado Fernando Filho e ao Senador Fernando Bezerra Coelho para que o benefício chegasse às mãos dos agricultores e agricultoras.

A apresentação do prefeito e seus secretários, não deixou nenhuma controvérsia, a não ser de que dará continuidade e celeridade ao desenvolvimento de Bodocó. Agora é aguardar pra ver!

O povo de Bodocó também aguarda a gestão de Túlio Alves se pronunciar e prestar conta dos saldos deixados nas Secretarias de Infreestrutura, Assistente Social e Saúde. Bem como um apanhado geral de toda a gestão.

 

 

 

Após publicação de Lusimar Lima, Secretaria emite comunicado sobre 1/3 de férias

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Apesar de não ter justificativas, já que tem dinheiro em caixa da maior parcela do FPM dos últimos 18 anos, a Secretaria de Educação emitiu comunicado há 1 hora atrás, explicando que pagamento do terço de férias sairá junto com a folha de pagamento de Janeiro.

Pagamento do terço de férias dos professores de Bodocó não sai e prefeitura recebe a maior parcela do FPM dos últimos 18 anos

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Em 2017 a gestão de Túlio Alves justificou e comprovou as dificuldades da Secretaria de Educação expondo para a população um órgão endividado e sucateada. Hoje, a realidade é outra. O governo que passou, entregou uma cidade organizada e secretarias com dinheiro em caixa. A Secretaria de educação foi repassada sem dívidas. O prefeito Tulio Alves, pensando na continuidade do desenvolvimento de Bodocó repassou do FPM para a Educação o valor de 760 mil reais para pagamento da folha de dezembro dos professores.
A parcela do FPM que caiu no dia 08 de Janeiro nos cofres da prefeitura foi de R$ 2.089.548,01 (dois milhões e oitenta e nove mil, quinhentos e quarenta e oito reais e um centavo). Segundo o CNM (Confederação Nacional de Municípios), essa foi a maior parcela desde 2003. Essa parcela, inclusive, é 53,83% maior do que o mesmo período do ano passado. Portanto, dinheiro tem para pagar a quem devemos respeito; os professores.
Dada as situações acima citadas, as perguntas que não calam são:
– QUAL A JUSTIFICATIVA PARA O NOVO PREFEITO NÃO TER PAGO ATÉ AGORA O 1/3 DE FÉRIAS DOS PROFESSORES DE BODOCÓ?
Por: Lusimar Lima
Jornalista DRT 0004738/PE

BB anuncia programa de demissão voluntária para 5 mil funcionários

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O Banco do Brasil anunciou nesta segunda-feira (11) a abertura de dois Programas de Demissão Voluntária com a previsão de adesão de cerca de 5 mil funcionários.

Foi anunciado ainda o fechamento de 361 unidades – 112 agências, 7 escritórios e 242 postos de atendimento – no primeiro semestre deste ano – veja mais informações abaixo.

As chamadas modalidades de desligamento incentivado voluntário aos funcionários são as seguintes:

  • Programa de Adequação de Quadros (PAQ), a fim de otimizar a distribuição da força de trabalho, equacionando as situações de vagas e excessos nas unidades do banco. Além da opção de desligamento, o PAQ incentiva movimentações laterais para unidades onde existam vagas.
  • Programa de Desligamento Extraordinário (PDE), disponível a todos os funcionários do BB que atenderem aos pré-requisitos e é específico para o incentivo ao desligamento, com limite de 5 mil adesões.

Os programas possuem regulamentos específicos que estabelecem as regras para adesão, que não foram especificados no fato relevante anunciado aos investidores.

O número final de adesões, assim como o impacto financeiro, serão informados ao mercado após o encerramento dos períodos de adesão, que ocorrerá até 5 de fevereiro, informa o banco.

Em ambos os programas, a adesão é voluntária e de caráter pessoal. Os incentivos variam de acordo com as condições estabelecidas por cada programa e pelas condições de cada funcionário.