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Com decisão do STF, estados começam movimentação para comprar vacinas

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Após o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizar, por maioria, a aquisição de vacinas contra a Covid-19 por parte dos estados e municípios quando a oferta do governo federal for insuficiente, os entes federativos começam a movimentar compras cujas tratativas estavam em andamento. Enquanto a Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) anunciou a criação de um consórcio para garantir doses extras aos municípios, os governos de São Paulo, do Pará e de Goiás, por exemplo, confirmam a contribuição para adquirir imunizantes além dos incorporados ao Programa Nacional de Imunização (PNI).
Em comunicado, o governador do Pará, Helder Barbalho, anunciou a importação de 3 milhões de doses de vacinas de laboratórios que tenham aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Estamos acompanhando o plano nacional e, lamentavelmente, a oferta de vacina ainda é muito pequena, o que impede que possamos avançar rapidamente”. O objetivo, segundo o governo, é vacinar o maior número possível de pessoas nos 144 municípios paraenses.
O governador do Goiás, Ronaldo Caiado, também informou pelas redes sociais que já busca negociar com laboratórios para imunizar a população goiana. “Vacina já e para todos sempre foi o meu objetivo frente a essa pandemia. E agora que o STF autorizou, já estou em negociação com laboratórios para que em breve possamos ter o todo povo goiano imunizado e protegido da Covid-19”, disse.
O governo do estado de São Paulo havia informado anteriormente a decisão do Supremo que busca fechar um contrato com a Sinovac, empresa desenvolvedora da vacina CoronaVac, para a aquisição de mais 20 milhões de doses para imunizar a população paulista.
“O governo do estado de São Paulo tomou a decisão de adquirir sob sua responsabilidade, sob seu custo, mais 20 milhões de doses da vacina”, disse o governador paulista, João Doria, em coletiva em 5 de fevereiro.
Prefeitos também vão atrás de vacinas
Nessa terça-feira (23), diante da decisão do STF, a Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) anunciou a criação de um consórcio para organizar as aquisições de novas vacinas contra Covid-19, de forma a complementar a oferta do Programa Nacional de Imunização (PNI), caso ela seja insuficiente para atender à demanda.
O objetivo, segundo a frente, é buscar alternativas que não estão sendo adquiridas pelo governo federal. Pelas redes sociais, a FNP declarou: “Diante da decisão do STF, vamos liderar a constituição de um consórcio público com finalidade específica para aquisição de vacinas contra a Covid-19”. Os detalhes de como funcionará esta articulação serão anunciados nos próximos dias.
Fonte: Diario de Pernambuco

Pernambuco registra mais 1.566 casos do novo coronavírus e 24 óbitos

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES) registrou em Pernambuco, nesta quarta-feira (24), mais 1.566 casos positivos do novo coronavírus (Covid-19). Entre os confirmados hoje, 72 (4,5%) são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 1.494 (95,5%) leves. Agora o Estado totaliza 294.479 infectados pela doença, sendo 32.264 graves e 262.215 leves.

Também foram confirmados 24 óbitos, ocorridos entre 04/11/2020 e ontem (23). Com isso, Pernambuco alcança 10.911 mortes pela Covid-19. Os detalhes epidemiológicos serão repassados ao longo do dia pela SES.

Blog: Carlos Britto

Brasil chega a 250 mil mortos com ritmo acelerado de óbitos por Covid-19; especialistas culpam falta de medidas de isolamento

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Prestes a completar um ano de pandemia, o Brasil ultrapassa a marca de 250 mil mortes devido à Covid-19, segundo boletim extra do consórcio de veículos de imprensa divulgado nesta quarta-feira (24). Foram 1.390 mortes registradas até 18h18, 250.036 óbitos desde o começo da pandemia, o que fez o país atingir essa marca história de óbitos pela doença.

Foram 22 estados e o Distrito Federal que divulgaram dados até 18h18: Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe São Paulo e Tocantins.

Esse número mortes é atingido em meio a uma vacinação sem campanha e com novas variantes circulando. Especialistas apontam um ritmo acelerado de transmissão e de mortes, consequência da falta de medidas de isolamento e de restrições impostas pelo estado.

As primeiras 50 mil mortes demoraram 100 dias – entre 12 de março e 20 de junho do ano passado. Entre a marca de 200 mil, em 7 de janeiro deste ano, e a de 250 mil, nesta quarta-feira (24), foram 48 dias. O ritmo das mortes deve continuar acelerando. O país pode atingir 300 mil mortes ainda no mês de março.

“Desde 22 de dezembro, a média móvel de mortes, com algumas flutuações, é maior do que a primeira onda. Quer saber quando vamos chegar a 300 mil? Vamos chegar no final de março ou início de abril. Isso é aritmética simples. Estamos acima de 1 mil mortes por dia” – Domingos Alves, pesquisador da faculdade de medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto.

‘Enxugar gelo’

Há um consenso entre epidemiologistas, médicos e virologistas de que as medidas de isolamento do Brasil não são suficientes, sendo a ausência delas o principal fator para altas taxas de transmissão e mortes. Nesta quarta-feira, por exemplo, o estado de São Paulo determinou a restrição de circulação das 23h às 5h. Para Ethel Maciel, pós-doutora em epidemiologia, é “melhor que nada”, mas está longe de ser uma medida eficaz.

“O problema é que estamos com pouquíssimas medidas de restrição. Restringir de 23h às 5h é melhor que nada, mas é muito ruim. As pessoas andam em transporte coletivo lotado, entram em outros lugares sem nenhum controle”, disse.

Entre os erros cometidos pelo estado que acarretaram a marca de 250 mil mortes, Maciel lista:

  • demora para fechar as fronteiras;
  • implementação ineficaz – quase nula – de barreiras sanitárias;
  • política inexistente de testes e rastreamento de contatos e de assintomáticos;
  • queda na taxa de testagem; e
  • falta de liderança e incentivo ao isolamento por parte do presidente, governadores e prefeitos.

Já Alves resumiu essas medidas – na verdade, a ausência delas – com uma expressão: toda a política nacional é de “enxugar gelo”. Segundo ele, cientistas avisaram sobre uma nova alta nos casos e mortes com dois meses de antecedência, em setembro do ano passado. Em novembro, com a alta no número de casos, o ministro da Saúde Eduardo Pazuello descartou o início de uma segunda onda e preferiu chamar de “repique”. “Quando a pandemia estava na Itália ainda, a gente achou que não chegaria no Brasil. Aí começou a segunda onda na Europa e o governo disse que não tinha retornado no Brasil. É falta de competência”, avaliou Maciel.

Outro fator que pode impulsionar as transmissões é a chegada de novas variantes do Sars CoV-2. Nesta terça-feira (23), o Ministério da Saúde divulgou que rastreou 204 casos de pacientes infectados com as variantes do Reino Unido e do Brasil, inicialmente detectada no Amazonas. Ainda não há uma confirmação definitiva de que as mutações deixam o vírus mais transmissível, mas é uma possibilidade que está sendo investigada pelos cientistas e que causa preocupação.

Existem, no entanto, três centros de sequenciamento do vírus que enviam informações para o ministério: Fundação Oswaldo Cruz, Instituto Adolfo Lutz e Instituto Evandro Chagas. Outros laboratórios públicos e privados também têm feito a análise do material, mas não existe uma centralização dos resultados. No final, o país não tem noção da real disseminação das novas variantes, nem se elas já são dominantes.

Sem máscara, o presidente Jair Bolsonaro posou ao lado do Zé Gotinha durante o lançamento do plano nacional de vacinação contra a Covid — Foto: Evaristo Sá/AFP

Brasil não fez uma campanha publicitária de incentivo à vacinação como em outros tempos. A chegada das primeiras doses foi bastante divulgada pelos governos estaduais e federal, mas parou por aí. Por enquanto, não é possível definir a data para aplicação da primeira dose em cada faixa etária ou grupo de risco.

O Ministério da Saúde faz uma recomendação para aplicação, mas governadores distribuem as doses com critérios diferentes. Nesta semana, o governo liberou aplicação da reserva dos lotes para a segunda dose da CoronaVac em novos grupos prioritários. No ritmo de vacinação em que estamos, de acordo com os entrevistados pelo G1vamos sentir o impacto da vacina no final do ano, em uma previsão otimista. “A falta de informação dá a entender que com a chegada da vacina nós temos um viés de salvação, mas tudo indica que o processo vai ter um efeito só no final do ano. Até lá o cenário vai piorar, e isso é um cenário real. Os dados que estão se apresentando mostram isso. E as nossas medidas que estão sendo tomadas são, volto a dizer, de enxugar gelo”, disse Alves.

Fonte: G1

 

Prefeito de Bodocó é entrevistado pela TV Grande Rio nessa quarta (23/02)  e diz que tem  muitos projetos para Bodocó.

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Dr. Otávio Pedrosa é convidado da TV Grande Rio para falar sobre o seu governo, projetos e desafios. O prefeito eleito iniciou criticando o saneamento de Bodocó dos últimos 10 anos e diz que são serviços públicos prestados sem qualidade. Disse também ter encontrado graves problemas na Infraestrutura das escolas e, principalmente no hospital municipal que o impediu de, já, iniciar o projeto de um Centro cirúrgico.

Em se tratando das estradas, Dr. Otávio disse que está cobrando junto ao governo do estado providências urgentes. Quanto aos desafios, o prefeito disse que tem muitos projetos na área de Infraestrutura, praças e avenidas e que estava em conversação com dois laticínios para trazer para o município com o objetivo de gerar emprego e renda, além de, segundo ele, apoiar a bacia leiteira do município. O médico prefeito esclareceu seu interesse quanto ao melhoramento genético do rebanho bovino do município, e que pra isso, já está comprando UM KIT DE INSEMINAÇÂO.

O médico prometeu ainda para esse ano cumprir a promessa de campanha de um centro cirúrgico e disse que tem dinheiro em caixa para isso.

Dr. Otávio disse ainda que as Unidades Básicas de Saúde funcionam desde as primeiras semanas de seu governo com médicos, enfermeiros e técnicos.

Resolução do TSE suspende consequências para o eleitor que não votou nas Eleições 2020

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu as consequências previstas no art. 7º do Código Eleitoral para os eleitores que deixaram de votar nas Eleições 2020 e não apresentaram justificativa eleitoral ou não pagaram a respectiva multa. A Resolução TSE nº 23.637, assinada nesta quinta-feira (21) pelo presidente do Tribunal, ministro Luís Roberto Barroso, deverá ser referendada pelo Plenário da Corte após o recesso forense.

Entre os efeitos que ficam suspensos pela Resolução, estão o impedimento de o eleitor obter passaporte ou carteira de identidade; inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública, e neles ser investido ou empossado; renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo; e receber remuneração de função ou emprego público. A medida vale enquanto permanecer vigente o plantão extraordinário previsto pela Resolução-TSE nº 23.615/2020 para prevenir o contágio pelo novo coronavírus.

Para estabelecer tal medida, o Tribunal considerou que o agravamento da pandemia da Covid-19 no país dificulta a justificativa eleitoral ou o pagamento da multa por parte dos eleitores que não compareceram às urnas, sobretudo daqueles em situação de maior vulnerabilidade e com acesso limitado à internet.

Embora somente o Congresso Nacional possa anistiar as multas aplicadas aos eleitores que deixaram de votar, a Justiça Eleitoral pode, com fundamento no art. 1º, § 5º, II, da Emenda Constitucional nº 107/2020, impedir que os eleitores sofram restrições decorrentes da ausência de justificativa eleitoral durante o período de excepcionalidade decorrente da pandemia, de modo a garantir a preservação da saúde de todos.

Após o fim do prazo de suspensão estabelecido na Resolução, caso o Congresso Nacional não aprove a anistia das multas, o eleitor deverá pagar a respectiva multa ou requerer sua isenção ao juiz eleitoral.

A Resolução TSE no 23.637 pode ser conferida no Portal do TSE.

Informações: TSE

Bolsonaro demite presidente da Petrobras e nomeia general pernambucano para o cargo

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Novo diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, General Joaquim Silva e Luna, discursa durante cerimônia de posse.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) demitiu na noite desta sexta-feira (19) o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco. Para o cargo, Bolsonaro nomeou o general pernambucano Joaquim Silva e Luna, atual presidente da Itaipu Binacional. O militar também é ex-ministro da Defesa, ocupando a pasta no fim do governo Michel Temer.
O anúncio foi feito no Facebook do presidente, com uma nota do Ministério de Minas e Energia. “O governo decidiu indicar o senhor Joaquim Silva e Luna para cumprir uma nova missão, como conselheiro de administração e presidente da Petrobras, após o encerramento do ciclo, superior a dois anos, do atual presidente, senhor Roberto Castello Branco”, afirma a postagem na rede social de Bolsonaro.
A mudança ocorre no mesmo dia em que o presidente declarou que haveria alterações na empresa. “Anuncio que teremos mudança, sim, na Petrobras. Jamais vamos interferir nessa grande empresa, na sua política de preço. Mas o povo não pode ser surpreendido com certos reajustes. Faça-os, mas com previsibilidade. É isso que queremos”, apontou Bolsonaro, em visita a Pernambuco na manhã desta sexta-feira.
O presidente criticou o aumento nos combustíveis, que começou a valer nesta sexta. “Teve um aumento, no meu entender, e vou criticar, um aumento fora da curva da Petrobras. Dez por cento hoje na gasolina e 15% no diesel, é o quarto reajuste no ano. A bronca sempre vem para cima de mim, só que a Petrobras tem autonomia”. Bolsonaro chegou inclusive a dar indiretas a Roberto Castello Branco, ao falar que “exige e cobra transparência de todos aqueles que têm responsabilidade de indicar“.
Aos 71 anos e nascido em Barreiros, na Zona da Mata, o general Silva e Luna é doutor em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (1987/88). No Ministério da Defesa foi ainda secretário-geral da pasta, onde também foi secretário de Pessoal Ensino, Saúde e Desporto. O pernambucano foi o primeiro militar a ocupar o ministério desde a criação da pasta, em 1999.
Fonte Diário de Pernambuco

Com maior poder de contágio, variante brasileira da Covid-19, P1, pode causar novo colapso na saúde

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A variante brasileira da Covid-19, chamada de P1, já foi detectada em, pelo menos, 12 estados do Brasil. Com uma maior capacidade de transmissão, conforme apontam os estudos iniciais, a nova cepa apresenta também mutações que dão ao vírus a capacidade de fugir do ataque dos anticorpos, afetando a eficácia das vacinas, além de permitir reinfecções. Por isso, acende o alerta de especialistas para o surgimento de uma terceira onda de infecções no País.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, já são cerca de 200 casos confirmados da P1 pelo Brasil. No Amazonas, onde emergiu,  já foi constatado que há transmissão local. O mesmo foi verificado no Pará, em Roraima e também no Ceará, que divulgou um novo decreto estadual com validade de dez dias, na última quinta-feira, instituindo um “toque de recolher” que limita o horário de funcionamento do comércio, de espaços públicos, restaurantes e shoppings, além da suspensão das aulas presenciais em escolas e universidades públicas e privadas.

A mesma medida restritiva foi adotada pelo governo da Bahia. Dos 417 municípios baianos, o toque de recolher, que tem validade de sete dias, restringe, desde a última sexta-feira, a circulação de pessoas nas ruas e o funcionamento de serviços não essenciais após as 22h em 343 cidades.

Fonte: Folha PE

Governo quer adiantar 13º de aposentado e abono para injetar R$ 57 bi na economia

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O governo quer garantir uma injeção de R$ 57 bilhões na economia brasileira com a antecipação do 13º de aposentados e pensionistas do INSS e do abono salarial, uma espécie de 14º salário a trabalhadores com carteira que ganham até dois salários mínimos. As duas medidas não têm impacto nas contas porque só alteram o calendário de um pagamento já previsto para o ano, mas devem ajudar a segurar os efeitos negativos do recrudescimento da pandemia de covid-19 sobre a atividade econômica.

A antecipação do abono é a única medida que já saiu do papel, com repasses que podem chegar a R$ 7,33 bilhões. Já o pagamento adiantado do 13º dos beneficiários da Previdência ainda depende de uma definição sobre o calendário. Cada parcela representa uma injeção de cerca de R$ 25 bilhões, segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo. A proposta em estudo é repetir a antecipação das duas parcelas, já realizada no ano passado. O recurso já foi utilizado em 2020, quando o 13º dos aposentados e pensionistas foi pago nos meses de março e maio.

Fonte: Carlos Brittto

Covid-19: Confira o total de casos, curas e mortes no dia 19 de fevereiro em Petrolina e região

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Bodocó segue com

O estado de Pernambuco tem 288.424 registros e 10.804 óbitos causadas pela doença, de acordo com o mais recente boletim divulgado. Segundo boletins divulgados na noite de quinta (18) e nesta sexta-feira (19), na área de cobertura do G1 Petrolina já foram registrados 37.449 casos, 33.549 curas e 588 mortes.

De acordo com o último boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, Petrolina tem 16.074 casos confirmados, com 13.507 curas e 197 óbitos.

O município de Araripina tem 3.913 confirmações da Covid-19, com 3.755 curas e 60 mortesSalgueiro tem 3.578 casos , com 3.258 curas e 71 óbitos por Covid-19 no município.

Casos confirmados do novo coronavírus no Sertão de Pernambuco

Dados são referentes aos municípios da área de cobertura do G1 Petrolina e Região

Exu tem 2.001 casos da Covid-19, com 1.955 curas e 26 mortes. Bodocó tem 1.330 confirmações da Covid-19, com 1.217 curas e 18 mortes. Ouricuri tem 1.218 registros, com 1.100 curas e 38 óbitos. Cabrobó tem 1.067 casos, com 978 curas e 13 mortes.

Dormentes chegou a 924 confirmações, com 917 curas e duas mortes. Cedro tem 866 casos confirmados, com 836 curas e seis óbitos. Trindade tem 864 casos confirmados, com 817 curas e 28 óbitos em função do novo coronavírus.

Parnamirim tem 718 casos, com 680 curas e 18 mortes. Afrânio soma 619 casos, 600 curas e 12 óbitos. O município de Santa Maria da Boa Vista tem 618 casos do novo coronavírus, 583 pessoas recuperadas da doença e nove mortes.

Lagoa Grande tem 607 casos confirmados, com 548 curas e 16 mortes. Terra Nova tem 595 casos confirmados, 579 recuperados da doença e oito mortes. Ipubi chegou a 556 casos do novo coronavírus, 489 pacientes recuperados e 29 mortes.

Santa Cruz tem 354 registros, com 341 curas e quatro mortes. Belém do São Francisco soma 380 casos, com 327 curas e sete mortes.

Todos os 23 municípios da área de cobertura do G1 Petrolina e Região têm registro de pacientes diagnosticados com o novo coronavírus.

Dos 37.449 casos de Covid-19 registrados nos municípios da área de cobertura do G1 Petrolina e Região, 33.549 pacientes são considerados recuperados.

Mortes:

Mortes pelo novo coronavírus no Sertão de Pernambuco
Dados são referentes aos municípios da área de cobertura do G1 Petrolina e Região

A região chegou a marca dos 588 óbitos por Covid-19. Petrolina lidera a lista com 197, seguida de Salgueiro, com 71, Araripina, com 60, e Ouricuri , com 38. Todos os município da área de Cobertura do G1 Petrolina já registraram mortes em função do novo coronavírus.

Na Oposição, alternativas para 2022 podem ficar quatro anos sem mandato

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No campo das Oposições em Pernambuco, as movimentações rumo a 2022 vão ganhando contornos mais definidos. Os potenciais candidatos já não se furtam a comentar o tema, mas há um risco latente que gera sombra para quase todas as alternativas desse conjunto: passar quatro anos sem mandato na hipótese de não vencer a disputa no ano que vem. Em outras palavras, os prefeitos Miguel Coelho (Petrolina), Anderson Ferreira (Jaboatão) e Raquel Lyra (Caruaru), alternativas ventiladas para concorrer ao Governo do Estado foram reeleitos em 2020, o que equivale a dizer que, caso optem por renunciar e não saiam vitoriosos no pleito do ano que vem, terão que enfrentar um período de quatro anos sem mandato. Leia-se: pela legislação eleitoral, precisarão renunciar seis meses antes da disputa e, na hipótese de uma derrota, não poderão encabeçar chapa majoritária na corrida de 2024. Ainda que mudem o domicílio eleitoral, o STF já se posicionou, vedando o prefeito itinerante. Teriam que aguardar, assim, até 2026. É um risco a ser assumido.

No caso de Miguel Coelho, o pai dele, o senador Fernando Bezerra Coelho, líder do governo Jair Bolsonaro, estará encerrando o mandato em 2022 e considerar duas candidaturas do mesmo grupo numa mesma chapa majoritária é outro detalhe capaz de inviabilizar essa equação. FBC também tem nome ventilado para encabeçar uma chapa majoritária numa corrida pelo Campo das Princesas, o que reduziria as chances de a variável Miguel vir a ser adicionada nessa conta. Em paralelo, Fernando também é cotado para concorrer, mais uma vez, ao Senado e, nesse caso, também se desenharia como natural um recuo de Miguel Coelho da disputa majoritária. Há, nas hostes socialistas, uma bolsa de apostas dando conta de que Fernando estaria fazendo o caminho de volta para a Frente Popular, cenário que Miguel nega estar no radar. No caso de Anderson Ferreira, aliados dizem que ele teria coragem de renunciar e arriscar passar um período extenso na planície. Raquel Lyra, que recebeu recentemente aval do PSDB para conduzir uma reestruturação do partido, pautada em filiações e atração de novos quadros, visando exatamente a 2022, teria que se submeter a esse mesmo risco. Os quatro anos no sereno são um detalhe no cálculo que pode dificultar a construção da chapa ou ajudar a afunilar as possibilidades. A conferir.

“Pode ser que Fernando não seja”
Prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, ao tratar de 2022, registra que seria “natural” que o senador Fernando Bezerra Coelho “possa disputar a reeleição pelo MDB”. FBC, diz ele, “estaria nesse direito”. Indagado sobre como conciliar esse projeto de reeleição de FBC com uma eventual candidatura sua ao Governo do Estado, Miguel pondera: “Agora, também, pode ser que Fernando não seja candidato”. Miguel fez a fala em entrevista recente à CBN Recife.

Ou uma coisa… > Antes de considerar a hipótese de Fernando não disputar a reeleição, Miguel disse o seguinte: “Se for o senador Fernando Bezerra Coelho (candidato à reeleição), vamos colocar Raquel (Lyra), Anderson (Ferreira), Lupércio, aqueles que tenham melhores chances de vencer o que aí está (governo Paulo Câmara)”.

..ou outra > Ao pautar a possibilidade de Fernando não ser candidato à reeleição, Miguel indaga: “E, aí, será que cabe colocar um nome do MDB (para encabeçar uma chapa)?”. E emenda: “Não sei. Essas respostas a gente não tem agora”.

Referência> O secretário de Segurança Cidadã do Recife, Murilo Cavalcanti recebeu, ontem, no Compaz Dom Hélder Câmara, o prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino. O gestor foi ver de perto o equipamento, pois pensa em replicá-lo em sua cidade- quer erguer duas unidades.

Fonte: Folha PE / política