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Bom para oposição, ruim para Geraldo – Coluna do Magno

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Na primeira pesquisa de intenção de voto para governador de Pernambuco em 2022, do Instituto Opinião (PB), postada abaixo, com exclusividade para este blog, algumas constatações naturais, dentre elas uma irrefutável: o pré-candidato das forças governistas, ex-prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), não desponta com o potencial eleitoral que muitos aliados imaginavam. Mais do que isso, é detentor de uma rejeição que, dificilmente, pode ser revertida num curto espaço de tempo.

Para quem ficou na vitrine nos últimos oito anos, prefeito eleito e reeleito da capital, onde está concentrado o maior reduto eleitoral do Estado, largar com menos de 7% é algo muito preocupante. Na verdade, tecnicamente, Geraldo está situado num empate técnico com o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (MDB), uma cara ainda desconhecida na área metropolitana, com forte inserção apenas no Sertão, notadamente o Vale do São Francisco, onde tem quase metade das intenções de voto – 48%.

Além de estar entre os lanternas, Geraldo é o nome mais rejeitado entre todos os pré-candidatos. Outro dado que o coloca numa situação ainda mais delicada: Zé Neto (PSB), secretário da Casa Civil, fora da mídia, que ganhou um pequeno espaço apenas com a lembrança do seu nome pelo líder do Avante na Câmara, Sebastião Oliveira, já pontua na pesquisa, mesmo timidamente com 2,5%, sinal de que, vindo a ser colocado na vitrine, pode atrapalhar o projeto de Geraldo de ser escolhido, consensualmente.

A pesquisa, na verdade, foi boa para as novas caras com sonho majoritário – Raquel Lyra (PSDB), Anderson Ferreira (PL) e Miguel Coelho, respectivamente à frente dos governos de Caruaru, Jaboatão e Petrolina. Bingo para Raquel, que, além de aparecer em segundo lugar num cenário em que seu nome é misturado com todos os eventuais concorrentes, chega a liderar quando o Opinião testa um segundo cenário para governador substituindo Marília Arraes pelo senador Humberto Costa (ambos do PT).

O cenário, eventualmente, é de empate técnico, mas não deixa de ser alentador para Raquel por estar à frente de todos, numericamente. Avaliando o quadro mostrado pela pesquisa, todos os candidatos da oposição são, sem dúvida, competitivos. Anderson Ferreira, por exemplo, tem, teoricamente, mais aderência na Região Metropolitana do que Marília, na medida em que a petista aparece com mais intenção de voto na Zona da Mata do que mesmo na Metropolitana.

Quanto a Miguel, não foi nenhuma surpresa os números bastante favoráveis na região em que é de fato conhecido e tem serviços prestados como prefeito de Petrolina, o Vale do São Francisco, adentrando, também, com bons percentuais de intenção de voto no restante do semiárido, do Sertão Central, cujo epicentro é Salgueiro, ao Sertão do Araripe, Pajeú e Moxotó. O grande desafio de Miguel, conforme mostra a pesquisa, é ganhar a simpatia do eleitorado do Grande Recife e Zona da Mata.

Se outros fatores externos não tiverem o peso que se espera na sucessão estadual, como a nacionalização da eleição com Lula candidato ao Planalto e aliado do PSB em Pernambuco, as oposições têm quadros competitivos que, bem trabalhados, podem se traduzir numa ameaça à retomada do poder das mãos dos socialistas desde que Eduardo Campos foi eleito em 2006.

O fator Marília – A liderança de Marília pode ser interpretada pelo recall (lembrança) da eleição que disputou a Prefeitura do Recife, ano passado, sendo derrotada em segundo turno por João Campos. Se até lá seu nome perdurar com a força demonstrada nesta largada, seu grande desafio será convencer o PT a apoiar sua candidatura. O que se especula é que, num cenário de candidatura própria, sem atrelamento ao PSB, Lula e o PT estadual, majoritariamente, tendem a optar pelo nome de Humberto Costa, descartando, mais uma vez, quem, de fato, mostra que tem voto e densidade para derrotar o PSB.

Senador péssimo de voto – O senador petista, entretanto, é um fardo para o partido se vier de fato a disputar o Palácio das Princesas em voo próprio, desatrelado do PSB. Quando entra na disputa num cenário em que substitui Marília no PT, Humberto aparece com menos da metade das intenções de voto da deputada numa posição mais favorável para os demais partidos de oposição. O senador chega a ser ultrapassado pela prefeita de Caruaru, Raquel Lyra, a grande surpresa do levantamento na medida em que não colocou ainda seu nome na disputa claramente, como Anderson e Miguel.

Zero voto no São Francisco – As porteiras do Sertão do São Francisco, onde Miguel detém 48% das intenções de voto, parecem fechadas para Geraldo Júlio. Incrivelmente, não chega sequer a pontuar, com 0% no levantamento do Opinião. E olha que o ex-prefeito não é uma cara desconhecida na região. Além de aparecer na mídia estadual como gestor da capital, Geraldo começou, de fato, sua carreira na vida pública em Petrolina, como secretário do então prefeito Fernando Bezerra Coelho (MDB), pai do prefeito Miguel Coelho, uma das apostas da oposição ao Palácio das Princesas.

A força de Raquel – Raquel Lyra, a grande surpresa da primeira pesquisa para governador do Estado, faltando ainda um ano e seis meses para as eleições, consegue se projetar bem no Agreste a partir de Caruaru, município que administra em segundo mandato. Segundo o levantamento, a tucana beira os 25% das intenções de voto na região, um ponto a mais do que Marília Arraes, a que mais se destaca além da fronteira da Metropolitana. Anderson e Miguel, que disputam com a tucana a preferência para unir a oposição, se situam com menos de 2% no Agreste, região muito ruim também para Geraldo, que tem apenas 1,9% das intenções de voto.

CURTAS

Frustração – A pesquisa deve cair como uma bomba nas hostes governistas. Afinal, é a primeira vez que um pré-candidato do PSB, com duas máquinas sob o controle – o Governo do Estado e a Prefeitura do Recife – aparece no rabo da gata. Para não deixar o ex-prefeito fora da mídia, o governador Paulo Câmara o nomeou secretário de Desenvolvimento Econômico, uma pasta, diga-se de passagem, que nunca serviu de vitrine para ninguém, até porque Suape há muito deixou de ser notícia.

Sucessão presidencial – Ao longo desta semana, este blog trará o restante de todos os cenários pesquisados pelo Instituto Opinião. Hoje, à meia-noite, o leitor tomará conhecimento do quadro da disputa à Presidência da República e, amanhã, o cenário para senador da República. Em seguida, virão os cenários mostrando o potencial de cada candidato da oposição frente ao postulante do Governo, a influência de Lula e Bolsonaro, além das avaliações dos governos do Estado e Federal.

Perguntar não ofende: As operações da Polícia Federal no Recife – sete ao todo – levaram Geraldo Júlio ao rabo da gata na disputa pelo Governo do Estado?

Sai primeira pesquisa para governo do Estado de Pernambuco

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Faltando um ano e seis meses para as eleições de 2022, o Instituto Opinião, de Campina Grande (PB), foi a campo, com exclusividade para este blog, aferir o primeiro e inédito cenário na disputa para o Governo de Pernambuco. No quadro em que aparecem todos os prováveis candidatos, Marília Arraes (PT) lidera numa posição bastante confortável. Apontado como nome natural das forças governistas, o ex-prefeito do Recife Geraldo Júlio (PSB) não parece competitivo. Está abaixo de Raquel Lyra (PSDB) e de Anderson Ferreira (PL), além de despontar como o mais rejeitado entre todos os pré-postulantes.

Se as eleições para governador fossem hoje, Marília teria 26,8% dos votos, três vezes a mais do que Raquel Lyra, que aparece em segundo lugar, com 9%, seguida de Anderson, com 7,4%. Geraldo Júlio vem em seguida, mas empatado, tecnicamente, com Miguel Coelho (MDB). Tem 6,7% e Miguel 5,6%. Também incluído entre os pré-candidatos, o ex-ministro José Múcio Monteiro (sem filiação partidária) aparece com 3,3%. Colocado como opção governista, o secretário da Casa Civil, Zé Neto, embora seja o mais desconhecido de todos, ainda foi citado por 2,1% dos entrevistados.

Brancos e nulos somam 19% e indecisos formam um batalhão de 20%. Na espontânea, modelo pelo qual o entrevistado é estimulado a citar o nome do candidato sem o auxílio da lista, Marília também lidera. Aparece com 6,6%, seguida de Raquel, com 3,7%, Anderson (1,6%), Geraldo (1,4%), José Múcio e Zé Neto, ambos com 0,5%. Neste cenário, os indecisos sobem ao impressionante índice de 68,2% e brancos e nulos ficam na faixa dos 13,3%.

Quando o Opinião pesquisa o cenário entre todos os candidatos, trocando o nome de Marília Arraes pelo do senador Humberto Costa (PT), quem passa a liderar, numericamente, embora num cenário de empate técnico, é Raquel Lyra, prefeita de Caruaru, apontada com pré-candidata do PSDB ao Palácio das Princesas.

Neste cenário, se as eleições fossem hoje, a prefeita da capital do Agreste seria a mais votada, com 11,3% dos votos, seguida de Humberto, com 9,9% e Geraldo Júlio, com 9%. Anderson vem em seguida, com 7,8%, Miguel Coelho aparece na sequência, com 5,8%, José Múcio chega a 3,6% e Zé Neto, 2,4%. Brancos e nulos representam 23,8% e indecisos chegam a 26,4% dos eleitores consultados.

Quanto à rejeição, Geraldo Júlio é o primeiro. Entre os que disseram que não votariam nele de jeito nenhum, 10,3%. Marília vem seguida, com uma taxa de 8% de eleitores que não votariam nela em nenhuma hipótese, seguida de José Múcio (7%), Zé Neto (5%), Raquel Lyra (3,5%), Anderson (3,1%) e Miguel Coelho, o menos rejeitado, com 2,6% dos eleitores que disseram que não votariam nele de jeito nenhum.

A pesquisa foi a campo entre os dias 7 e 11 últimos, sendo aplicados dois mil questionários em 80 municípios de todas as regiões do Estado. O intervalo de confiança estimado é de 95,5% e a margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. Foram realizadas entrevistas pessoais e domiciliares.

ESTRATIFICAÇÃO

Estratificando o levantamento, Marília detém a preferência entre os eleitores mais jovens, na faixa etária entre 16 e 24 anos, alcançando 29%. Já a tucana Raquel Lyra tem seu maior percentual de intenção de voto entre os eleitores na faixa etária entre 25 e 34 anos (10,7%), enquanto Anderson Ferreira alcança seu maior percentual de intenção de voto entre os eleitores com renda familiar acima de dez salários mínimos, chegando a 9,9%.

Geraldo Júlio, por sua vez, tem sua melhor taxa de intenção de voto entre os eleitores na faixa etária acima de 60 anos, 8,9%. José Múcio tem seu melhor indicador entre os eleitores na faixa etária entre 45 a 59 anos – 4,8%. Zé Neto, por fim, alcança a maior taxa de intenção de voto entre os eleitores com renda superior a dez salários mínimos, chegando ao patamar de 3,6%.

Por região, Marília Arraes está melhor situada na Zona da Mata e não na Região Metropolitana, como se esperava. Enquanto nos municípios do canavial ela tem 34,3% das intenções de voto, na Metropolitana alcança 27,8%. A petista tem ainda 24% das intenções de voto no Agreste, 26,6% nos demais sertões e 16,8% no Sertão do São Francisco.

Já Raquel Lyra, que vem em segundo, como era de se esperar, aparece bem no Agreste, sua região de atuação política. Se as eleições fossem hoje, a tucana teria 24,7% dos votos naquela região, cuja capital é a sua Caruaru, município que administra pela segunda vez. Por ordem, Raquel tem seu segundo melhor percentual na Zona da Mata (8,2%), nos sertões gerais (5%), na Região Metropolitana (1,8%) e no São Francisco aparece menos de 1% – exatos 0,8%.

Diferente de Marília, Anderson tem maior intenção de voto em sua própria região de atuação, a Metropolitana. Se as eleições fossem hoje, ele teria 15,4% dos votos no Grande Recife. Na sequência, por ordem crescente, conquistaria 3,6% dos votos na Zona Mata, 1,4% no Agreste, 0,8% no São Francisco e 0,4% nos demais sertões.

Geraldo Júlio, naturalmente, apresenta seu melhor percentual de intenção de voto no Grande Recife, com 12,5%. Por ordem, 4,6% na Zona da Mata, 1,9% no Agreste, 2,9% nos sertões em geral e 0% no Sertão do São Francisco, região onde detém também a maior taxa de rejeição.

Miguel Coelho dispara em sua região de atuação – o Vale do São Francisco. Se as eleições fossem hoje, ele partiria de lá com 48% das intenções de voto, a maior entre todos os candidatos em suas respectivas áreas de gestão. Pela ordem, nos demais sertões também tem bom percentual, 10,4% das intenções de voto. No Agreste, tem 2,5% das citações, na Zona da Mata aparece com 1,6% e na Metropolitana, região com baixo conhecimento, tem apenas 1,3% das intenções de voto.

José Múcio se situa também com maior taxa de intenção de voto na região onde começou sua vida pública – a Zona da Mata. Aparece ali com 6,6%, nos sertões tem 3,8%, na Metropolitana 2,8% e 0% de intenção de voto no Sertão do São Francisco.

Por fim, Zé Neto, tem sua maior taxa de intenção de voto no Agreste (3,3%), seguindo-se, pela ordem, os sertões (2,9%), Metropolitana (1,8%) e Zona da Mata, 15%. Como Geraldo Júlio, com quem divide as preferências na aliança governista, não pontua na Região do São Francisco.

Blog do Magno

Datafolha: 49% apoiam impeachment, 46% são contra

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A parcela da população que apoia o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) aparece pela primeira vez numericamente à frente dos contrários ao afastamento, de acordo com pesquisa Datafolha. São favoráveis ao processo 49% dos entrevistados ouvidos pelo instituto, ante 46% que se dizem contrários à saída dele do cargo dessa forma.

Os índices representam um empate técnico dentro da margem de erro e praticamente se inverteram em relação a março deste ano, quando 50% afirmavam se opor ao impeachment, ante 46% que se declararam a favor. O Datafolha entrevistou presencialmente 2.071 pessoas em todo o Brasil na terça (11) e na quarta (12). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A tendência detectada em relação ao impeachment reflete os números negativos para Bolsonaro apontados em outros pontos da pesquisa feita nesta semana.

O presidente, por exemplo, atingiu sua pior avaliação no mandato nos levantamentos do Datafolha e apareceu muito atrás de seu principal adversário na corrida eleitoral para 2022, o ex-presidente Lula, do PT.

Avaliam o governo Bolsonaro como ótimo ou bom 24% dos entrevistados, queda de seis pontos percentuais em relação a dois meses atrás.

FOLHA PE

Serra Talhada se prepara para receber quatro indústrias

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Farol de Notícias

O ex-prefeito de Serra Talhada Luciano Duque (PT), pré-candidato a deputado estadual, postou uma boa notícia em suas redes sociais, nessa sexta-feira (14), informando que está avançando a obra de terraplanagem do condomínio industrial, às margens da BR-232. Segundo ele, a área está sendo preparada para aportar quatro industrias na capital do xaxado. Duque aproveitou para agradecer o empenho da prefeita Márcia Conrado.

“Fui olhar de perto a obra de terraplanagem que está sendo realizada no Condomínio Industrial de Serra Talhada, mais uma ação do governo Márcia Conrado, que vai fortalecer a economia e a geração de emprego e renda. Tive a felicidade e implantar esse condomínio industrial olhando para o futuro e acreditando na chegada de indústrias em nossa terra, e ver que aquilo que idealizamos está tendo continuidade, muito nos alegra”, reforçou o ex-prefeito.

Fonte: Blog do Magno

IPUBI: Secretaria de Agricultura distribui alimentos para famílias de baixa renda

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Uma parceria entre a Secretaria de Agricultura de Ipubi, Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), Aprofrutas e Pastoral da Juventude está distribuindo mensalmente 4 toneladas de frutas, legumes e verduras para 186 famílias carentes do município. A ação faz parte do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

De acordo com a Prefeitura de Ipubi, os alimentos são entregues aos sábados, a partir das 8h, na Paróquia da Igreja de São José, no Jardim Rocha. As cestas contêm cenouras, batatas, bananas, beterrabadas, macaxeiras, coentros, alfaces, cebolinha, polpas de frutas, entre outros itens.

O prefeito Chico Siqueira explica que a igreja ajuda no preparo das cestas para as famílias em situação de insegurança alimentar. “Esse pessoal tem ajudado a preparar tudo para que os alimentos possam chegar na mesa das famílias que mais precisam. Por trás das máscaras tem um sorriso radiante”.

Da redação do Blog Alvinho Patriota

Fernando Filho visita Bodocó e reafirma compromisso com o município

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A cada década o município de Bodocó é construído e reconstruído através das mãos dos Coelhos de Petrolina. Em cada pedaço da cidade e zona rural tem vestígios e obras concretizadas com a união do grupo de Brivaldo Alves e Fernando Bezerra Coelho.

Na tarde de ontem, Fernando Filho acompanhado do deputado estadual Antonio Coelho, visitaram Bodocó para acompanhar e se informar sobre as obras realizadas no governo de Túlio Alves que fez a maior administração em todas as áreas.

Em meio às conversas, foi com muita preocupação e compromisso que Fernando Filho perguntou ao ex-prefeito Túlio, sobre como estavam as obras do Calçamento do jardim, Calçamento de Cacimba Nova, Calçamento de Sipaúba, Calçamento da Vila são Francisco, calçamento do bairro Raul Alves – o dinheiro já está em conta. Pediu também informação sobre os 37 poços artesianos liberados para Bodocó através dele. Disse que estava bastante ansioso para ver finalizada a escola que vai colaborar muito no processo educativo de Bodocó. Túlio, repassou as informações e disse estar também ansioso pela finalização da escola que homenageia uma grande professora do município, a saudosa Dona Núbia. Fernandinho também se preocupou em saber sobre a ladeira do Salviano, a qual está sendo liberado o valor de mais de 600 mil reais para sua finalização. Além dessas obras o deputado mais uma vez disse querer voltar para inaugurar a Quadra do veludo e outras que estão por vir, nesses próximos meses, uma delas a quadra da serra da matinha que está sendo aguardada.

Todos esses questionamentos e compromissos firmados para o povo de Bodocó acredita-se, que a união em torno do nome de Fernando Bezerra Filho será abraçada pelo grupo e pela população bodocoense.

O projeto político de Bodocó, Passado, presente e futuro concretizam-se através do apoio dos Coelhos ao grupo nação 25. A visita de Fernandinho, apesar de muito rápido fica claro que o compromisso de Fernandinho ao município de Bodocó, está mais do que selado.

 

Secretaria de Agricultura de Bodocó oferece serviços para fortalecer a cadeia produtiva dos bovinos leiteiros

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Dar assistência ao homem e à mulher do campo é uma das formas de fortalecer a economia de Bodocó. Pensando nisso, a Secretaria de Agricultura, Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico desenvolveu uma ação que visa fortalecer a cadeia produtiva dos bovinos leiteiros.
No início da atual gestão, equipes da secretaria desenvolveram um Programa de Nutrição Animal, com objetivo otimizar os custos com alimentação dos animais e assim, melhorar a produção de leite. “É um trabalho voltado à nutrição para diminuir os custos dos produtores, temos um software em computador que facilita esse trabalho. A gente faz uma ração balanceada e passa ao produtor. Caso ele queira orientação sobre produção, a gente também oferece isso”, explica o zootecnista da Secretaria de Agricultura de Bodocó, Paulo Ricardo.
Com a alimentação dos bovinos feita de forma adequada, a chance de melhorar os lucros aumenta. “Sabemos que a produção de leite na nossa cidade é muito forte e essa iniciativa vem para somar e ajudar os produtores. Temos uma equipe formada por pessoas de diferentes áreas, como zootecnia, biologia e agronomia que atua em conjunto sempre buscando ajudar nosso povo e consequentemente, a nossa economia”, destaca o secretário Antônio Pereira.
Os interessados podem buscar as orientações na Secretaria de Agricultura. Basta procurar a pasta e apresentar dados do animal (peso, raça e produção de leite), que a equipe fornecerá a assistência desejada.
Fonte: Página da PMB

Pesquisa XP aponta Lula com 51% e Bolsonaro com 49% no segundo turno

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Levantamento divulgado nesta terça-feira reforça a tendência de um segundo turno entre Bolsonaro e Lula em 2022. Ambos aparecem com 29% das intenções de voto no primeiro turno

 Pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta terça-feira (11) aponta o que já é esperado: o segundo turno da eleição presidencial em 2022 deve ser disputado por Jair Bolsonaro e pelo ex-presidente Lula.

Na pesquisa estimulada, tanto Bolsonaro quanto Lula aparecem com 29% das intenções de voto no primeiro turno, seguidos por outros candidatos mais distantes: Ciro Gomes (9%), Sergio Moro (8%), Luciano Huck (5%) e outros.

Em um segundo turno entre Bolsonaro e Lula, o petista aparece numericamente à frente, embora dentro da margem de erro (empatados tecnicamente). Lula tem 42% das intenções de voto e Bolsonaro 40%. Apenas com os votos válidos, Lula tem 51% e Bolsonaro, 49%.

A margem de erro do levantamento é de 3.2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Governo é ruim/péssimo para 49%

Para 49% da população brasileira, o governo de Jair Bolsonaro é “ruim e péssimo” e 58% desaprovam a maneira de Bolsonaro governar o país. Somente 29% julgam o governo como “ótimo e bom” e 35% aprovam a administração do país pelo atual ocupante do Palácio do Planalto.

65% defendem intervenção do Estado para retomar a economia

A pesquisa mostra também que, para 65% dos pesquisados, o caminho para retomar a economia é “mudar a política com mais investimentos do governo para o Brasil voltar a crescer”. Para 25%, o caminho é “manter a política econômica atual com as reformas” e buscar “maior participação das empresas privadas para retomar o crescimento”. 10% disse não saber ou não quis responder.

Maia: Paulo tem todos os predicados para ser presidente

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Folha de Pernambuco

O deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ) voltou defender, hoje, o nome do governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), para a presidência da República. Na avaliação do parlamentar, um governador do Nordeste pode vir a facilitar a construção de uma terceira via. O carioca chegou a afirmar que endossaria a sua candidatura.

“A minha tese é que nós deveríamos ter um governador do Nordeste encabeçando uma chapa e unificando todo mundo, com um vice do nosso campo (centro-direita) (…). Paulo Câmara tem todos os predicados para ser candidato a presidente, se o PSB não desorganizar esse jogo eu acho que é uma alternativa, porque ele dialoga bem com todo mundo. (…) Se ele colocar o seu nome, eu serei um dos entusiastas para tentar construir um apoio junto com ele. Gosto e admiro”, disse Maia.

Sobre esta terceira via para 2022, Maia disse que “Todo mundo tem que ter a compreensão de que todos esses (candidatos) estejam unidos com a convergência de uma agenda que consiga construir consensos. Depois, uma regra pra escolher um candidato. Se tiver três, quatro candidaturas de centro, é sinal que o centro já deve estar desgastado, e será difícil amenizar a polarização Lula x Bolsonaro”.

Quando perguntado sobre seu voto em um possível segundo turno entre Lula e Bolsonaro, o ex-presidente da Câmara afirmou que faria diferente de 2018. “No segundo turno, votei em Bolsonaro. Errei de acreditar que a política econômica do Paulo Guedes fosse aquilo que eu esperava… por tudo que o Brasil está passando e vivi por dentro na presidência da Câmara, é impossível que no segundo eu consiga votar em Bolsonaro contra Lula, contra Ciro, contra qualquer um que seja”, afirmou.

Recursos que entram na saúde já ultrapassam mais de 3.000.000,00 (Três milhões) em Bodocó, e a cidade continua sem distribuição de medicação para o povo

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Bodocó: Saúde continua precária e pessoas com necessidades, voltam todos os dias com a receita sem a medicação.

Fim da consulta. Com a receita médica em mãos, o paciente tenta retirar os medicamentos gratuitos. Mas não consegue. Essa não é uma queixa rara – muita gente está com dificuldade em obter os remédios prescritos. As reclamações pipocam por todo o município.

O que fazer nessas situações? Sabendo que as verbas federais para a Saúde continuam entrando regularmente, através de FNS (Fundo Nacional de Saúde), além do FPM que continua gordo nos cofres municipais, onde se acumula, já que vários serviços, por conta da pandemia ainda não foram iniciados. A falta de remédios e ajudas alimentares para as pessoas necessitadas, são prioridades nesse cenário, mas, que não são reconhecidas pela gestão de Otávio Pedrosa. Os recursos para a compra de remédios na atenção farmacéutica são insuficientes, por isso é necessário gestão e contrapartida do FPM para atender a demanda de medicação que antes havia no município.

Em entrevistas dadas nas rádios da região, o prefeito Dr. Otávio Pedrosa, que dizia em seus discursos de campanha que a saúde de Bodocó era uma gestão pão com ovo, hoje, após 120 dias de seu mandato, continua em palanque, promete, não só uma saúde de qualidade, mas continua discorrendo em suas palavras que vai trazer uma qualidade representativa de tipos de medicação nunca vistos antes. Até agora, não passam de promessas.

O povo não vive de discursos, famílias carentes começam a se desesperar pela falta de medicação e por não terem condição de comprar os remédios e fazer a feira. Bodocó começa a voltar aos tempos de fome. Sem emprego, sem renda e sem ajuda do governo municipal, a cidade já aparenta clima de regressão.

Hoje, uma família sem dinheiro, precisou comprar a medicação acima postada,  que custa mais de 100,00 (cem reais). A família foi à farmácia pública e não encontrou os remédios. Um outro agricultor, sem condições financeiras, também disse que não aguenta mais comprar, e que, nem a medicação para pressão, está conseguindo receber. Tudo é muito triste, nesse momento de pandemia e depressão em que todos estão envolvidos. O governo municipal precisa explicar a sociedade o que está acontecendo, já que o problema não é falta de dinheiro.