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Recursos que entram na saúde já ultrapassam mais de 3.000.000,00 (Três milhões) em Bodocó, e a cidade continua sem distribuição de medicação para o povo

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Bodocó: Saúde continua precária e pessoas com necessidades, voltam todos os dias com a receita sem a medicação.

Fim da consulta. Com a receita médica em mãos, o paciente tenta retirar os medicamentos gratuitos. Mas não consegue. Essa não é uma queixa rara – muita gente está com dificuldade em obter os remédios prescritos. As reclamações pipocam por todo o município.

O que fazer nessas situações? Sabendo que as verbas federais para a Saúde continuam entrando regularmente, através de FNS (Fundo Nacional de Saúde), além do FPM que continua gordo nos cofres municipais, onde se acumula, já que vários serviços, por conta da pandemia ainda não foram iniciados. A falta de remédios e ajudas alimentares para as pessoas necessitadas, são prioridades nesse cenário, mas, que não são reconhecidas pela gestão de Otávio Pedrosa. Os recursos para a compra de remédios na atenção farmacéutica são insuficientes, por isso é necessário gestão e contrapartida do FPM para atender a demanda de medicação que antes havia no município.

Em entrevistas dadas nas rádios da região, o prefeito Dr. Otávio Pedrosa, que dizia em seus discursos de campanha que a saúde de Bodocó era uma gestão pão com ovo, hoje, após 120 dias de seu mandato, continua em palanque, promete, não só uma saúde de qualidade, mas continua discorrendo em suas palavras que vai trazer uma qualidade representativa de tipos de medicação nunca vistos antes. Até agora, não passam de promessas.

O povo não vive de discursos, famílias carentes começam a se desesperar pela falta de medicação e por não terem condição de comprar os remédios e fazer a feira. Bodocó começa a voltar aos tempos de fome. Sem emprego, sem renda e sem ajuda do governo municipal, a cidade já aparenta clima de regressão.

Hoje, uma família sem dinheiro, precisou comprar a medicação acima postada,  que custa mais de 100,00 (cem reais). A família foi à farmácia pública e não encontrou os remédios. Um outro agricultor, sem condições financeiras, também disse que não aguenta mais comprar, e que, nem a medicação para pressão, está conseguindo receber. Tudo é muito triste, nesse momento de pandemia e depressão em que todos estão envolvidos. O governo municipal precisa explicar a sociedade o que está acontecendo, já que o problema não é falta de dinheiro.

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